Chorar, mais uma vez.
« Quem vive não escreve e quem escreve não tem tempo para viver. » - Preciso de escrever para sentir qe a vida não passa por mim em vão.
domingo, 22 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Um
Quis voltar atrás no tempo e reviver. Relembrar os momentos, as palavras, os sentimentos. Acho que não aprendi nada de novo ao fazê-lo; porque já sabia tudo. Sei que nunca gostei tanto de alguém. Sei que nunca quis tanto alguém. Apareceste, conquistaste a minha confiança, a minha amizade, o meu Amor. E eu Orgulho-me de ti todos os dias, pelo facto de seres a extraordinária pessoa que és e pelo facto de acreditares em mim e me dares força. Prometi, um dia, que nunca largaria a tua mão, que não te ia deixar. Eu cumpro o que prometo. Nunca te deixo, nunca largo a tua mão e levo-te sempre comigo. És a Melhor Pessoa, e eu agradeço-te o facto de me ensinares a Sorrir da melhor forma que alguém o pode fazer. 

Aprendi que precisamos sempre de alguém para existir. Que precisamos de associar a esse alguém um motivo, uma razão. Tu és a minha razão. Tu és, embora não saibas, a pessoa que me dá força para atingir o que quero, a pessoa que me apoia, aquela que só pelo facto de me agarrar na mão, me faz sentir que existe sentido em tudo aquilo que me rodeia. É em ti que me encontro, sempre que me sinto perdida. É em ti que me encontro, em qualquer momento. Porque me completas, porque me tornas a pessoa mais Feliz. Porque me ajudaste em todos os momentos e porque, mesmo que um dia as coisas mudem, sei que uma parte de ti sou eu (e que a grande parte de mim, serás sempre tu). Prometo que não te esqueço, que não esqueço cada momento, cada plano, cada palavra, cada gesto. Por muito que queira, e por muito que tente não sei verbalizar e muito menos (d)escrever aquilo que sinto por ti. Sabes o que é transbordar de sentimento? Sabes o que é sentir que há algo que não cabe em ti de tão imenso que é? Eu sinto que tu, mais do que me completar, és o encaixe perfeito; a peça essencial. Acho que nunca chorei por me sentir completa. E hoje, afogo-me em lágrimas por te poder Sentir. Estás acima de tudo, embora não saibas. És a pessoa mais importante. Olho para mim, e é a ti que vejo. Se calhar pelo facto de sentir que já não existe ‘Tu’ e ‘Eu’. Somos um; e peço todos os dias a algo que (des)conheço para que possamos sempre ser apenas um. Nenhuma palavra é capaz de resumir o que sinto. Nenhuma delas. Apesar disso, a mais perfeita que encontro, é tua: Amo-te.
sábado, 10 de maio de 2008
Existir.
Gostava que conseguisses entrar na minha mente e perceber o espaço que ocupas em mim. Queria que sentisses e tivesses noção que não existo sem ti, sem a tua presença e que és Essencial na minha vida, independentemente de tudo.
Ao teu lado, é tudo tão diferente. Acho que não preciso de palavras para te dizer o que sinto. Por mim, ficava horas em silêncio. Basta-me olhar para ti, ouvir a tua respiração, sentir o bater do teu coração e entrelaçar os dedos. Cada vez que te olhos nos olhos, vejo o que sentes. Acho que também eu consigo ver o teu interior só de o fazer. E é aí que tomo consciência de toda a cumplicidade que construímos, de tudo o que já temos. Estou a gostar muito do Destino que escolhi, acredita.
Olho centenas de vezes para as mãos e tento encontrar-te, encontrar-nos. Não estás escrito só nas minhas mãos, afinal. Estás escrito em mim porque me consegues completar. E, eu lembro-me sempre dos nossos Momentos e dos nossos planos. E também os encontro incessantemente, em analepses rápidas da mente.
Obrigada. Pelo valor, pelo apoio, pela presença, pelo orgulho, pelas palavras, pelos gestos, pela sabedoria, pela confiança, pela amizade, pelo Amor. Obrigada por teres aparecido, preenchido e permanecido. Obrigada pelo que és e por aquilo em que me tornaste. És tudo o que poderia querer. Lenda Pessoal.
Ao teu lado, é tudo tão diferente. Acho que não preciso de palavras para te dizer o que sinto. Por mim, ficava horas em silêncio. Basta-me olhar para ti, ouvir a tua respiração, sentir o bater do teu coração e entrelaçar os dedos. Cada vez que te olhos nos olhos, vejo o que sentes. Acho que também eu consigo ver o teu interior só de o fazer. E é aí que tomo consciência de toda a cumplicidade que construímos, de tudo o que já temos. Estou a gostar muito do Destino que escolhi, acredita.
Olho centenas de vezes para as mãos e tento encontrar-te, encontrar-nos. Não estás escrito só nas minhas mãos, afinal. Estás escrito em mim porque me consegues completar. E, eu lembro-me sempre dos nossos Momentos e dos nossos planos. E também os encontro incessantemente, em analepses rápidas da mente.
Obrigada. Pelo valor, pelo apoio, pela presença, pelo orgulho, pelas palavras, pelos gestos, pela sabedoria, pela confiança, pela amizade, pelo Amor. Obrigada por teres aparecido, preenchido e permanecido. Obrigada pelo que és e por aquilo em que me tornaste. És tudo o que poderia querer. Lenda Pessoal.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Vazio
Fotografias. Um livro aberto numa página meio lida. Uma janela semi-aberta que deixa o sol entrar. Uma música que se espalha pelo ar e me voluteia os pensamentos. Aqui o tempo não pára e os ponteiros giram freneticamente. Consigo ouvir o som, cada vez mais rápido e mais sufocante. Sinto as palavras como balas que me atingem os sentidos. Os olhos cheios de lágrimas, os arrepios. Às vezes, como agora, sinto-me vazia. Sinto que não sou nada. O livro continua aberto na mesma página, a janela continua a deixar que o sol entre. Mas olho à volta e está tudo parado, tudo imóvel. É como se o tempo não passasse por aqui. E no entanto passa tão depressa que chega a doer. Leio em voz alta, sufoco-me a mim mesma. Não posso querer ser nada. A música mudou. Esta, sinto-a mais. É como se tocasse dentro de mim, como se cada nota saísse do meu interior e ao mesmo tempo se fechasse dentro de mim, impedindo que alguém a consiga ouvir. É tão harmoniosa como o girar do Mundo… lento, sossegado. Arriscar-me-ia a chamar-lhe perfeita. Relação tão antitética ao que sou. Às vezes tenho até medo de respirar. Às vezes, tenho medo que a minha respiração possa mudar o curso do mundo, tal como o faz o bater de asas de uma borboleta. Acho que já vivi isto. Talvez tenha sido numa destas noites, num dos meus muitos sonhos idiotas. Ou talvez seja mais um déjà vu como aqueles que tenho todos os dias, intermináveis vezes. Talvez descubra um dia. Talvez.
Apetece-me cair em mim, cair em ti. Chorar, mais uma vez.
quinta-feira, 6 de março de 2008
<7
É verdade, não me lembro dos teus olhos. Concentrei-me no teu sorriso, tal como fiz hoje e farei amanhã. Concentrei-me em pensamentos, em sentimentos que depois teimei querer viver. Quiseste que fossemos cúmplices. Quiseste um monte de coisas e carregaste um monte de sentimentos. A mim, fizeste-me carregar um monte de emoções que hoje encosto contra
mim com orgulho e respeito. Não as quero deixar escapar.
Entrelaças-me as mãos. Olhas. Sorris. Sentes. E eu sinto que sentes. Agora, já não me dói ter de respirar. Se em cada inspiração um bocado de ti se entranha em mim, quero inspirar centenas de vezes por segundo, por nanossegundo. Continuo a querer que chegues bem perto e me sussurres ao ouvido aquilo que sentes. Não quero ir sozinha a lado nenhum. Quero ir contigo. Entrelaças-me as mãos.
Olhas. Sorris. Sentes. E eu sinto que encaixamos na perfeição. Eu sinto que posso correr o Mundo, desde que esteja contigo. Sou Feliz, desde que olhes por mim e na mesma direcção que eu. Sou Feliz desde que te sinta, desde que ouça a mesma música que tu, desde que corra ao teu lado, desde que sinta o que sentes.
Acho que me Completas como nunca ninguém antes o fez. E sabes o que me prende a ti? Não, não é o teu sorriso, o teu entrelaçar de dedos, as vezes que me olhas. Sabes o que me prende a ti? Além de um traço, de um caminho, de uma mão… Mais do que isso, o que me prende a ti chama-se Amor.
mim com orgulho e respeito. Não as quero deixar escapar.Entrelaças-me as mãos. Olhas. Sorris. Sentes. E eu sinto que sentes. Agora, já não me dói ter de respirar. Se em cada inspiração um bocado de ti se entranha em mim, quero inspirar centenas de vezes por segundo, por nanossegundo. Continuo a querer que chegues bem perto e me sussurres ao ouvido aquilo que sentes. Não quero ir sozinha a lado nenhum. Quero ir contigo. Entrelaças-me as mãos.
Olhas. Sorris. Sentes. E eu sinto que encaixamos na perfeição. Eu sinto que posso correr o Mundo, desde que esteja contigo. Sou Feliz, desde que olhes por mim e na mesma direcção que eu. Sou Feliz desde que te sinta, desde que ouça a mesma música que tu, desde que corra ao teu lado, desde que sinta o que sentes.Acho que me Completas como nunca ninguém antes o fez. E sabes o que me prende a ti? Não, não é o teu sorriso, o teu entrelaçar de dedos, as vezes que me olhas. Sabes o que me prende a ti? Além de um traço, de um caminho, de uma mão… Mais do que isso, o que me prende a ti chama-se Amor.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Um. Dois. Três. Quatro.
Tenho olhado para os relógios e admirado o frenético girar dos ponteiros. Não tenho escrito mas tenho imaginado muitos desenhos com pouca cor. Tenho ouvido a chuva do lado de fora. Tenho-a sentido bater contra o vidro e é como se batesse em mim. Tenho sentido o vento na face rosada e o frio nas pontas dos dedos. Tenho sentido o sangue correr-me nas veias. Tenho sorrido pouco. Tenho ouvido muita música. Tenho sido uma criança. Não sei se tenho ou não sido feliz. Tenho preenchido o meu Mundo de aromas. Tenho apreciado o sabor do chocolate quente. Tenho recordado muitos momentos, muitas pessoas. Não tenho pensado no Futuro. Tenho passeado pelas ruas. Tenho estado com os amigos. Tenho sido confidente e tenho confidenciado. Tenho sentido. Tenho chorado muito. Tenho sido à prova de bala. Tenho aguentado tudo. Tenho preenchido todos os dias. Tenho colorido pouco a minha vida. Tenho olhado pouco para os relógios, afinal. Tenho esperado. Um. Dois. Três. Quatro. Quantos mais faltam ainda, afinal? Tem doído.
02.34 H
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